Diário de Lisboa, nº 697, 14 de Julho de 1923, p.5.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A obra de Junqueiro vista por Leonardo Coimbra
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
Uma carta de Sampaio Bruno
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Teófilo Braga
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Na morte de Leonardo Coimbra em Janeiro de 1936
Diário de Lisboa, nº 4714, 02 de Janeiro de 1936, p.8.
Diário de Lisboa, Suplemento Literário, nº 4722, 10 de Janeiro de 1936, p. 1.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Tarde parlamentar
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terça-feira, 5 de julho de 2011
Diário de Lisboa, Setembro de 1921
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
Como Pilatos
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| Ecce Hommo de Antonio Ciseri |
Diário de Lisboa, 11-12-1974, diponível aqui
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
16 de Janeiro de 1902
Porto — Na rua Sá de Bandeira, junto ao estabelecimento Guimarães, houve uma cena de pugilato entre dois membros do partido republicano, o ex-deputado, e advogado Dr. Afonso Costa, e o jornalista José Sampaio, que ficou ferido. Este conflito foi originado por um artigo de Sampaio desagradável ao seu correligionário, acerca do congresso último que houve em Coim¬bra. O partido está dividido em dois campos, e o encontro dos dois campeões mais tenso tornou os espíritos nos dois grupos. Para se fazer uma ideia d'essa tensão basta reproduzir a epígrafe com que a Voz Pública, jornal republicano, noticia o caso: Agressão traiçoeira — Tentativa de homicídio pelo Dr. Afonso Costa na pessoa do Sr. Pereira de Sampaio (Bruno).
O caso ficou entregue aos tribunais onde o Dr. Afonso Costa negou em absoluto que a agressão tivesse sido feita com box, ou qualquer outro instrumento cortante. Por causa d'isto, foi feito exame directo e minucioso ao ferido. Em Portugal-Brasil, n.º 72 de 16 de Janeiro de 1902.
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Sampaio Bruno
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
António Quadros, "um missionário da cultura" (Jornal Público, 21-03-03)
Há dez anos, ao raiar do dia, vítima de um tumor cerebral, morria em Lisboa António Quadros, um dos nomes mais emblemáticos da designada filosofia portuguesa e fundador do IADE, Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing. Filho de António Ferro e de Fernanda de Castro, António Gabriel de Quadros Ferro nasceu em Lisboa a 14 de Julho de 1923. Amigo pessoal de Salazar e director do Secretariado Nacional de Informação (SNI), o pai insiste que vá para Direito. O jovem António Quadros ainda lá andou um ano. Aborrece-se de morte e muda-se para o lado de lá da Alameda da Universidade, para Letras. Num depoimento dado ao PÚBLICO, em Julho de 1992, justificou o "salto": "O facto de conhecer muitos escritores, de ter uma boa biblioteca influenciou-me... A minha vida fazia-se em cafés, em tertúlias, era muito boémia."A 8 de Dezembro de 1947, casa com Paulina Roquette Ferro, ao mesmo tempo que escreve o seu primeiro livro, "Modernos de Ontem e de Hoje" (ed. Portugália). Desta união teve três filhos: António, Rita e Mafalda Ferro. Um ano depois forma-se em Histórico-Filosóficas, na Faculdade de Letras de Lisboa. A política não o atrairá - nem antes nem depois do 25 de Abril. A veia ensaística prossegue com "Introdução a uma Estética Existencial" (1954, Portugália). À época, de resto, os seus autores de eleição são Sartre, Camus e Merleau-Ponty. Porém, Delfim Santos, que tinha sido seu professor, aponta-lhe outros horizontes - Nietzsche, Kierkegaard, Kafka - e três autores oriundos do personalismo: Bergson, Gabriel Marcel e Jaspers. Pelo caminho, tenta a poesia com "Além da Noite" (1949, Parceria A.M. Pereira), género que retomou três anos depois com "Viagem Desconhecida" (1952, Portugália). Quatro anos depois, aparece "A Angústia do Nosso Tempo e a Crise da Universidade" (1956, Edições Cidade Nova), onde defende a necessidade de uma regeneração da vida cultural portuguesa, na esteira de Leonardo Coimbra e Sampaio Bruno. Ou seja, depois do existencialismo e do personalismo, abraça as ideias da Renascença portuguesa. Ao "Diário de Notícias", em Dezembro de 1991, Quadros justificou o seu novo trilho: "De longe, dos confins do ser português, eles trouxeram o facho, o mesmo que alguns de nós (e eu serei o último dos últimos) queríamos poder levar mais adiante... O espírito português, o espírito universalista português."Os anos 50 são decisivos para Quadros. Conhece Álvaro Ribeiro e José Marinho. Os dois animam uma tertúlia que, regularmente, se reunia no Paladium, Brasileira do Rossio ou na cafeteria Colonial. A seu lado estão nomes como Afonso Botelho, Orlando Vitorino e António Brás Teixeira, entre outros. Às vezes apareciam grandes nomes da poesia portuguesa como Jorge de Sena, Rui Cinnaty, José Régio, José Blanc de Portugal ou Natália Correia. Mas, também, o iconoclasta Almada Negreiros.Em 1958, fica ligado à fundação da Sociedade Portuguesa de Escritores, desmantelada pela PIDE, em 1961, na sequência da atribuição do prémio de literatura a Luandino Vieira. Com Branquinho da Fonseca e Domingos Monteiro, instalou o sistema de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian. E, em 1969, cria, visionariamente, o IADE, Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing. António Quadros multiplica-se, assim, entre a acção a reflexão. Com "Histórias do Tempo de Deus" (1965, Livraria Morais Editores) ganha o Prémio Ricardo Malheiros, da Academia de Ciências de Lisboa, e o Prémio de Novelística da Casa da Imprensa; com "Pedro e o Mágico - Contos para Crianças" (1972, Editorial Notícias), o Prémio Nacional de Literatura Infantil. Dez anos depois, seria a vez de ser atribuído o Prémio de Ensaio do Município de Lisboa a "Poesia e Filosofia do Mito Sebastianista" (1982-1983, Guimarães Editores). Um dia, Afonso Botelho traçou-lhe outro retrato: "Quadros era o mais dinamizador e o mais produtivo. Mas nunca teve a pretensão de ser chefe-de-fila. Foi sempre um missionário da cultura." Uma missão que só ganharia sentido para António Quadros na incessante interrogação do mistério que era para ele Portugal. Para responder às palavras/questões iniciais de "Portugal - Razão e Mistério" (1986, Guimarães Editores), a obra-síntese de toda a sua obra de António Quadros. O autor planeava fazê-lo em três volumes. Apenas vieram a lume dois. A doença, primeiro, e a morte, depois, impediram-no de cumprir o plano.
Carlos Câmara Leme
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
António Quadros e a história do design em Portugal
Seria no ensino privado que o ensino do design ia começar verdadeiramente. António Quadros funda o IADE - Instituto de Arte e Decoração. Com a inauguração do Instituto, iniciava-se também o curso de Design de Interiores e Equipamento Geral. Com duração de três anos, esta formação seguia o modelo anglo-saxónico da Arts and Crafts e outros mais vanguardistas como o da Escola Politécnica de Design de Milão. Aqui viriam ensinar muitos estrangeiros, mas também nomes nacionais influentes como Lima de Freitas e António Pedro."
Do desenho ao design, texto de Mariana Monteiro (Revista Máxima Interiores, Dossier: «Cronologia do design português», Setembro, 2010) Continue a ler aqui.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Jornal de Letras nº 8
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terça-feira, 11 de novembro de 2008
Jornal de Letras 31.8,1988
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Vergílio Ferreira
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